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07 janeiro 2010

CONFECOM: Rádios Comunitárias

Alguns políticos amapaenses deveriam criar vergonha na cara e ao invés de se apropriarem de rádios comunitárias deveriam incentivar e buscar formas de fomentar essas rádios que devem estar a serviço das comunidades e não para fazer uso político das mesmas. As verdadeiras rádios comunitárias tem sido um importante instrumento na democratização da comunicação no nosso país. Isso ficou demonstrado na forte presença da ABRAÇO (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) nos debates da CONFECOM.

Ver vídeo: Rádios comunitárias democratizam a mídia:

www.tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil/video/1285/

Só Lembrando

O Senado aumentou em R$ 3,7 milhões os gastos com o pagamento de horas extras em 2009, mesmo depois do anúncio de medidas para reduzir as despesas da Casa tomadas em meio à crise política que atingiu a instituição no ano passado.

Segundo informações divulgadas pela Secretaria de Comunicação do Senado, os gastos com horas extras no ano passado subiram de R$ 83,9 milhões em 2008 para R$ 87,7 milhões em 2009.

O presidente do Senado ainda continua sendo o maranhense, eleito senador pelo Amapá, José Sarney (PMDB-AP). Sarney dizia que não sabia o que era ato secreto e que não existia, no Senado, ato secreto. Opinião defendida com muita veemência pelo também senador amapaense Papaléo Paes (PSDB-AP) e pelo senador Gilvam Borges (PMDB-AP). Você sabia que este ano nós vamos eleger dois senadores? Então... muito cuidado!

05 janeiro 2010

Violência no Trânsito

Hoje à noite, no jornal da TV Amapá, que antecede o JN da Globo, ouvi e vi mais uma autoridade do governo amapaense justificando-se diante do fato de que em 2009 aumentaram o número de mortes no trânsito em relação a 2008 aqui no Amapá: “A culpa é da população já que melhoramos a sinalização e a violência no trânsito aumentou”. Justificou a autoridade. Este fato lembra-me um dialogo atribuído a Virgolino Lampião e o Padim Padre Cícero em que o vigário pedia encarecidamente ao cangaceiro que parasse de matar as pessoas e esse lhe respondeu: “Meu Padim quem mata é à bala eu só puxo o gatilho”.

Desde que entrou em vigor, no dia 20 de junho de 2008, a lei federal 11.705, que ficou conhecida como a “Lei Seca”, o número de mortes no trânsito em todo o país diminuiu. Menos no Amapá.

Não é inaugurando semáforos, como se estivesse realizando uma grande e espetacular obra de salvação ou pintando algumas ruas, inclusive, com a presença do governador e do prefeito puxando asfalto em pose fotográfica que foram estampadas nos principais jornais locais, que irão resolver o problema da violência no trânsito. Esse tipo de atitude tem como objetivo enganar a população tentando fazê-la acreditar que o problema está resolvido quando na verdade os números mostram outra realidade.

O que o governo precisa é priorizar as ações de mobilização e a capacitação da sociedade e dos sujeitos envolvidos, na perspectiva de que, localmente, ocorra o desenvolvimento de políticas públicas formuladas com a participação da população e sob a responsabilidade dos vários setores da sociedade voltados para promover mudanças positivas na situação atual, e não apenas a preocupação da necessidade de a todo custo mostrar, mesmo que aparentemente, que está se fazendo alguma coisa e que essa coisa o torna um grande herói como se o tempo dos heróis não já tivesse passado. O que estamos precisando hoje, não é de heróis, é de cidadania, ou seja, é de cidadãos e cidadãs que tenham a consciência de que todos são e serão protagonistas das mudanças necessárias. Fora isso, é só demagogia.

02 janeiro 2010

Feliz 2010

Aos nossos amigos que praticaram em 2009 e com certeza continuaram praticando em 2010 o exercício da paciência e da tolerância com a certeza do fortalecimento de nossas amizades.