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12 março 2011

Batata assando!

O senador Gilvan Borges chegou essa semana em Macapá com o espírito meio conturbado, foi o que deixou transparecer na entrevista dada ao seu irmão, Reginaldo Borges, no programa “O Estado é Notícia”. Desceu “taca” no governador Camilo Capiberibe e no pai João Alberto Capiberibe, deixando muita gente sem entender o estado de desequilíbrio que apresentou nas TV’s e nas Rádios (entre elas, rádios educativas e comunitárias) do “Sistema”, como é conhecido O Sistema Beija Flor de Comunicação, de propriedade da família Borges. Mais tarde ficou-se sabendo o motivo de tanto desespero. É que o processo do caso do senador Capiberibe no STF foi parar nas mãos do novo Ministro Luis Fux e com isso, o senador Gilvan Borges, estar sentindo a sua batata assando. E aí no Tapetinho, tapetão, petão, petão... Não dá mais não, não dá mais não, mais não, mais não!

Dengue: Quantos casos?

O prefeito diz 200, o secretário municipal de saúde diz 300 e a vigilância sanitária diz que já são mais de 500 casos de dengue em Macapá. E a população apreensiva já não sabe mais em quem acreditar. O que se sabe ao certo é que tem muita gente sofrendo nos hospitais, vítimas da dengue, e que já estamos sofrendo uma epidemia na cidade. O prefeito Roberto Góes vai ao governador, Camilo Capiberibe, e pede ajuda para que o governo do estado dê uma “mãozinha$” no combate ao mosquito Aedes aegypti. O prefeito de Santana, Antonio Nogueira, também foi atrás da ajuda. Ficam algumas perguntas no ar: O que estão fazendo, os prefeitos, com os recursos municipais, que não dão nem para limpar as suas cidades? E na verdade, quantos casos realmente foram confirmados de dengue, 200? 300? 500? ou mais? E ainda qual a razão de estarem escondendo os números reais? Acho que quem deveria está gritando:

Socorrrrrrrrrro Governadorrrrrr! Era a população.

20 fevereiro 2011

Bacana, né não?

- Prefeito Roberto Góes sai da prisão e é recebido com festas e discursos, elogiosos, na Câmara, pela maioria dos vereadores. A base do prefeito, na Câmara, continua firme. Porque será?

- Movimento Mãos Limpas é rechaçado por partidários do prefeito Roberto Góes, na Câmara, e não conseguem usar a tribuna que lhes fora reservado, há uma semana, com aprovação de todos os vereadores. Até ficou parecendo que quem saiu da cadeia foi o MML. Há coitados!

- A ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), não dá sossego ao governo do estado do Amapá (CEA). Essa semana “desencavou” mais uma multa no valor de 1,4 milhão. Já é mais de oito milhões em multas, só esse ano. E haja pressão! No governo passado não era assim. O pau que bate em Chico não batia em Francisco. “Mistérios do Lobisomem”, como diz o poeta!

-Os Borges (PMDB) se posicionam como oposição ao governo estadual, descendo “taca” em setores do governo, que eles ajudaram a desmantelar, como a Educação e a CAESA. Que o diga o engenheiro Ruy Smith (Presidente da CAESA). Porque será? Dizem as más línguas ou as boas línguas, que é porque acabou a boquinha, da viúva, que sustentava o “Sistema”!

-TJAP (Tribunal de Justiça do Amapá) continua pedindo vistas no caso do julgamento do Agravo Regimental ajuizado por Dalto Martins. Até quando? Acho que até “perder de Vistas”!

- Já são três testemunhas que disseram ao MPF que participaram da armação dos Borges (Gilvan e Geovane) contra o casal Capiberibe (João e Janete) no caso da cassação dos mandatos de Senador e Deputada Federal em 2005 e 2006 respectivamente. A verdade sempre vem à tona!

13 fevereiro 2011

Ficha limpa.

Da folha.com-poder

Maluf é multado em R$ 800 mil nas Ilhas Jersey

MARIO CESAR CARVALHO DE SÃO PAULO

Duas empresas internacionais, cujo controle é atribuído ao deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) e a seus familiares, terão de pagar 300 mil libras (R$ 800 mil) de custas judiciais à corte das Ilhas Jersey por terem perdido uma apelação relacionada ao bloqueio de US$ 113 milhões (R$ 188 milhões).

O valor está bloqueado desde 2009. Maluf é acusado de ter desviado recursos públicos durante a construção do túnel Ayrton Senna e da avenida Roberto Marinho, em São Paulo, em sua gestão à frente da prefeitura paulistana (1993-1996).

Ele teria recebido US$ 344 milhões do valor desviado, segundo o Ministério Público. Maluf nega o desvio, o controle sobre as empresas e a existência de contas em seu nome fora do país.

É a segunda vez que os advogados de Maluf têm de fazer pagamentos à Corte Real de Jersey, que fica no Canal da Mancha, ao lado do Reino Unido. Em 2009, por conta de outra contestação que perdeu sobre a quebra de sigilo de contas, ele teve de pagar 400 mil libras (R$ 1,068 milhão em valores de hoje).

O dinheiro cobrado pela Justiça de Jersey virá para a Prefeitura de São Paulo, que tenta recuperar os recursos supostamente desviados.

Do US$ 113 milhões bloqueados pela Justiça de Jersey, US$ 22 milhões são reclamados pela Prefeitura de São Paulo.

O restante deve ficar com a União, que é beneficiada, em tese, nos casos de crime de lavagem de dinheiro.

Os advogados das empresas Durant International e Kildare Finance queriam que a Justiça das Ilhas Jersey remetesse o processo sobre o bloqueio para o Brasil.

Apesar de Maluf negar que tenha relação com as duas empresas, seus advogados alegavam que a suposta fraude, os acusados e as testemunhas do suposto desvio são do Brasil --o que justificaria a remessa do processo.

Num dos trechos da decisão, os juízes apelação, perguntam: "Pode a admissão de envolvimento da família de Maluf alterar essa situação?" Eles mesmo respondem logo em seguida que os advogados de Maluf relataram na apelação que ele tem "interesse direto e indireto" no caso.

A Corte Real diz que alegações de que o processo sobre o bloqueio deveria ser transferido para o Brasil não tem fundamento porque o dinheiro está depositado em banco em Jersey, o que faz da ilha o fórum natural do caso.

Dos US$ 113 milhões congelados, cerca de US$ 100 milhões são em ações da Eucatex. Maluf e o Deutsche Bank são acusados de terem feito uma operação financeira na qual usaram os recursos desviados da prefeitura para capitalizar a Eucatex.

OUTRO LADO

A assessoria de Paulo Maluf nega com veemência que ele tenha contas em seu nome nas Ilhas Jersey ou em qualquer outro lugar fora do Brasil.

Assessores rebatem também a acusação de que as empresas Kildare Finance Limited e Durant International Corporation sejam controladas por Maluf ou por seus familiares, como defende o Ministério Público de São Paulo e a promotoria de Nova York.

Também não tem fundamento, de acordo com a assessoria de Maluf, as acusações de desvios de recursos da prefeitura e de uso de parte de valores para capitalizar a Eucatex.

21 janeiro 2011

VII Congresso da ABRAÇO-Nacional, aprova moção de apoio ao casal Capiberibe.

MOÇÃO DE APOIO AO CASAL JOÃO E JANETE CAPIBERIBE

Contra a articulação política, maléfica, empreendida pela maior oligarquia da história do Brasil, que é a oligarquia Sarney, associada a um esquema político-jurídico que historicamente tem cometido barbáries contra a Nação Brasileira e contra companheiros de luta que se arvoram a enfrentar esses grupos das elites dominantes, que tentam dominar tudo: a economia, a comunicação, a política e acima de tudo a vontade soberana do povo como é o caso do casal Capiberibe onde o povo do Amapá, através do voto, os escolheram por duas vezes representantes no Senado e na Câmara Federal, respectivamente, e que esses direitos lhes foram e estão sendo surrupiados por esse esquema deformante, escabroso, pernicioso e tão poderoso que chegam a impor uma condição de governabilidade em detrimento das vontades egoístas desses pequenos grupos dominantes, confrontando assim a vontade soberana da maioria do povo brasileiro.

Por essas razões, queremos dizer que estaremos de olho na decisão que será tomada pelo STF relacionado ao processo que trata das questões do caso do casal Capiberibe e exigimos que prevaleça a vontade da maioria do Povo Amapaense e que prevaleça a justiça.